Destaques da UFSC

UFSC e instituições parceiras lançam Rede Pan-Americana de Epidemiologia Ambiental nesta segunda, 29

O Laboratório de Virologia Aplicada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia do Centro de Ciências Biológicas (MIP/CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), juntamente com outras instituições governamentais e acadêmicas de 14 países da América Latina, lançaram, na segunda-feira, 29 de novembro, a Rede Pan-Americana de Epidemiologia Ambiental (Panacea). A rede Panacea é capaz de obter dados em tempo real para detectar riscos microbiológicos e químicos na região. Além disso, busca desenvolver e implementar novas ferramentas moleculares para aplicação em epidemiologia ambiental, bem como formar profissionais capazes de produzir, analisar e interpretar dados.

A iniciativa tem colaboração com a University of Newcastle, a Universidad de Santiago de Compostela, o Instituto Karolinska e o MGI Tech. A Panacea conta, ainda, com o apoio do Northumbrian Water Group e do Suez Group, e visa expandir as atuais capacidades analíticas dos países da América Latina e do Caribe para implementar os programas de Epidemiologia Baseada em Águas Residuais (WBE).

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COP26: pesquisadores da UFSC são coautores de relatório que avalia a situação da Amazônia

 

O Painel Científico para a Amazônia (SPA), grupo que reúne mais de 200 cientistas, divulgou nesta sexta-feira, 12 de novembro, o primeiro Relatório de Avaliação da Amazônia. Apresentado em Glasgow, na Escócia, em um evento paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a Cop26, o documento alerta que a Amazônia está se aproximando de um potencial e catastrófico ponto de não retorno, devido ao desmatamento, à degradação, aos incêndios florestais e às mudanças climáticas, e faz um apelo aos governos globais, líderes do setor público e privado, formuladores de políticas e ao público em geral para agir agora para evitar mais devastação na região.

Segundo o SPA, esse é o mais detalhado, abrangente e holístico material do tipo sobre a Bacia Amazônica. Em seus 34 capítulos, fornece uma visão sistemática sobre o estado dos ecossistemas e dos povos da Amazônia e oferece aos formuladores de políticas públicas recomendações para a conservação desse ecossistema e caminhos para o desenvolvimento sustentável da região. Destaca, também, a importância da ciência, da tecnologia, da inovação, dos povos indígenas e do conhecimento local para orientar as tomadas de decisões e a formulação de políticas.

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Professora da UFSC participa de relatório apresentado na COP26 sobre riscos e soluções urgentes na ciência do clima

 

Em um relatório lançado nesta quinta-feira, 4 de novembro, na Conferência da ONU sobre Mudança Climática (COP26), um grupo de cientistas destacou algumas das descobertas recentes mais importantes relacionadas às alterações climáticas. O documento 10 New Insights in Climate Science (10 novas reflexões na ciência do clima, em uma tradução livre) é um compilado de um artigo publicado em outubro no site da Universidade de Cambridge, elaborado por 62 pesquisadores de 22 países e cinco continentes. A professora do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Marina Hirota é uma das autoras.

Voltado aos tomadores de decisão, o material faz um resumo sobre o avanço do conhecimento científico, com dados dos estudos publicados no último ano, em alguns dos temas mais urgentes e visa conscientizar sobre as ações necessárias para preservar um planeta seguro e habitável. Ao apresentar o relatório, a secretária executiva da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), Patricia Espinosa, destacou que os tópicos abrangem assuntos distintos, mas inter-relacionados, como o aumento dos mega-incêndios ao redor do mundo e novas justificativas relacionadas aos custos-benefícios de uma ação climática rápida. Cada item é acompanhado de recomendações de políticas em várias escalas de ação – da global à local.

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UFSC tem 33 pesquisadores na lista atualizada dos 100 mil cientistas mais influentes do mundo

 

* alterada em 29/10/2021, às 14:37, para incluir a lista de cientistas com dados atuais (2020)
* alterada em 3/11/2021, às 14:32, para atualizar a soma dos cientistas ligados à UFSC, anteriormente a divulgação falou em 26 pesquisadores, e, no total, com a somatória das duas listas, a UFSC tem 33 pessoas citadas no estudo

A terceira atualização de uma pesquisa conduzida por uma equipe da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, foi publicada no último 19 de outubro, contendo dados à lista dos mais de 100 mil cientistas mais influentes do mundo. A UFSC tem, ao todo, 33 pesquisadores nas novas listagens, somando as listas que incluem dados sobre as carreiras dos cientistas ao longo dos anos e também a lista com ranqueamento de citações mais recentes. 

A atualização do estudo utiliza as citações da base de dados Scopus até agosto de 2021. Os dados foram compilados em duas planilhas, com cientistas ranqueados pelas citações que receberam ao longo de suas carreiras (link para download) e outro com cientistas ranqueados pelos dados atuais (link para download).

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Uma ave inédita e muita riqueza: conheça a fauna do Distrito do Saí que deve ser protegida por Refúgio de Vida Silvestre

 

Ave bordada com bico robusto, segundo o Wiki Aves, é o significado para a nomenclatura científica do Pachyramphus marginatus, ou apenas “Caneleiro-Bordado”. O pequeno animal, que mede até 14 cm e pesa não mais que 18 gramas, tinha sua distribuição registrada desde Pernambuco até o Paraná, mas em dezembro de 2019 foi visto pela primeira vez ainda mais ao Sul, especificamente na região do Distrito do Saí.

Os ornitólogos que o reconheceram são da equipe da Universidade Federal de Santa Catarina responsável pelo levantamento socioambiental para a criação de uma unidade de conservação em São Francisco do Sul, litoral Norte de Santa Catarina. Primeiro, a equipe identificou o macho. Alguns meses depois, uma fêmea também foi vista pela primeira vez, consolidando a hipótese de que a floresta tem muito a apresentar, inclusive em termos de turismo ecológico.

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Água abundante e floresta regenerada serão preservadas com criação de Refúgio de Vida Silvestre em São Chico

 

A abundância hídrica e a riqueza de espécies na floresta do Distrito do Saí reforçam aquilo que os pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina já reconheciam a partir da literatura e de outros trabalhos na localidade: é necessário promover a conservação da biodiversidade e potencializar o turismo sustentável na região. A criação de um Refúgio de Vida Silvestre irá possibilitar que a Mata Atlântica permaneça protegida, o que garante, também, água de qualidade e outros benefícios às comunidades.

“A garantia da preservação da floresta confere um papel importante de conexão das pessoas com a natureza, de entrarem na mata e se sentirem confortáveis. A mata promove uma sensação muito agradável: sensação térmica, estética, de andar numa floresta e conseguir enxergar flores, aves, insetos. Para esse turismo mais voltado para o desfrute do meio ambiente é importante que a mata esteja muito bem preservada”, explica o professor Pedro Fiaschi, do departamento de Botânica.

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UFSC e comunidade de São Francisco do Sul sugerem criação de Refúgio de Vida Silvestre no Distrito do Saí

 

Por dentro das matas no alto de um morro no Litoral Norte de Santa Catarina, um pequeno caneleiro-bordado está pronto para desbravar um mundo novo. Poderia ser personagem de um desenho animado, mas é uma ave observada pela primeira vez em um Estado onde não costuma ser vista. A região escolhida é cheia de características atrativas: com espécies diversificadas e água em abundância, deve se tornar a primeira unidade de conservação da parte continental de São Francisco do Sul, por recomendação de um extenso trabalho que uniu a ciência e as comunidades do Distrito do Saí.

A parceria começou após a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ser contratada pela Prefeitura de São Francisco do Sul para estudar a região. Os recursos vieram como parte de uma multa recolhida pelo Ministério Público Federal e foram aplicados para que se analisasse as características para a criação de uma unidade de conservação municipal, em um polígono previamente estabelecido. O estudo resultou em um relatório com mais de 700 páginas, que organiza o conhecimento sobre aspectos como a hidrologia, a geologia, a fauna e a flora da região e ainda apresenta um histórico socioantropológico da área, recomendada para ser um Refúgio de Vida Silvestre.

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Trabalho da UFSC recomenda a criação de unidade de conservação no Norte de SC; leia a série ‘Nascentes do Saí’

 

Uma Mata Atlântica ameaçada, uma equipe de pesquisadores e pesquisadoras e uma comunidade interessada em compartilhar seus saberes e em debater a conservação da região. O projeto Nascentes do Saí, formalmente intitulado Diagnóstico Socioambiental para Criação de Unidade de Conservação na Vila da Glória, município de São Francisco do Sul/SC, deu origem a um relatório de mais de 700 páginas que destaca uma recomendação ao poder público: é preciso conservar legalmente o polígono que envolve florestas, morros, nascentes de rio e centenas de espécies antes que ele seja destruído.

Para cumprir o objetivo de traçar um diagnóstico socioambiental da região, o projeto de caráter multidisciplinar contou com uma equipe de professores e estudantes de diversos centros da Universidade Federal de Santa Catarina e também da Univille para realizar estudos sobre fauna, flora, geologia e geomorfologia, socioantropologia, levantamento fundiário e caracterização geográfica.  Suas diretrizes envolviam desde a preservação dos recursos hídricos até disponibilização de recursos naturais à pesquisa científica, passando também pela criação de programas de educação ambiental e pela proposição de um plano para construção da Política de Conservação e Gestão Territorial da unidade.

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Projeto de extensão promove capacitações com comunidade de São Francisco do Sul

 

A equipe de Educação Ambiental e Governança do projeto de extensão Nascentes do Saí, sob coordenação do professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Rodrigo de Almeida Mohedano, promoveu, ao longo de abril e maio, uma série de capacitações com a comunidade do Distrito do Saí, no município de São Francisco do Sul (SC). Foram quatro minicursos ministrados por professores e pesquisadores da UFSC, além de profissionais autônomos da área socioambiental. Por meio de videoaulas, foram abordados conteúdos sobre mapeamento, áreas protegidas, serviços ecossistêmicos e geração de renda a partir das unidades de conservação.

No primeiro minicurso, os participantes aprenderam sobre o reconhecimento do território por meio de representações cartográficas. Os mapas foram utilizados para identificar a localização, as características do relevo, a vegetação, o uso do solo e o processo de ocupação humana no Distrito do Saí. Já no segundo curso, foram compartilhados conceitos relacionados às áreas protegidas, tais como áreas de preservação permanente e unidades de conservação, e as principais leis que regulamentam o tema no Brasil. Ademais, os participantes puderam compreender o processo de criação e gestão dessas unidades de conservação, bem como os principais instrumentos de gestão e participação social.

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Projeto Nascentes do Saí apresenta resultados parciais de sua pesquisa

 

O projeto de extensão Nascentes do Saí realiza na quinta-feira, 8 de outubro, às 19h, um webinar em seu canal do Youtube para divulgação do segundo relatório parcial de pesquisas e atividades.

O projeto é uma parceria entre a Universidade Federal de Santa Catarina e a prefeitura de São Francisco do Sul para a elaboração de estudo técnico multidisciplinar em uma área localizada no Distrito do Saí, no município de São Francisco do Sul. No encontro, as equipes responsáveis pelo diagnóstico do meio físico (hidrologia, geologia, geografia, geomorfologia), social (socioantropológico, histórico, ocupação) e biológico (fauna e flora) apresentarão os estudos realizados, e os resultados encontrados nos últimos meses de atividade.

Mais informações sobre a atividade e o Projeto Nascentes do Saí no site, no Facebook e Instagram do projeto.

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Projeto de extensão ‘Nascentes do Saí’ apresenta relatório parcial de diagnóstico socioambiental

 

O projeto de extensão “Nascentes do Saí” divulgou nesta terça-feira, 31 de março, o relatório parcial de um estudo que visa apresentar um diagnóstico socioambiental da região do Distrito do Saí, localizado no município de São Francisco do Sul, no litoral Norte catarinense. A iniciativa surgiu a partir de um contrato firmado entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Prefeitura Municipal de São Francisco do Sul, para a elaboração de estudo técnico multidisciplinar.

Confira o relatório parcial do projeto “Nascentes do Saí”

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